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Prof. Elias Cima - Psicologo, com formação em psicologia naturalista
Gordura saturada inflama o hipotálamo.

 
 
 
 
 
Prof.Elias Cima - Psicologo Naturalista 
Departamento de pesquisas da Fundação Cima´s
 
Gordura saturada inflama o hipotálamo.

CAMPINAS - Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas estabeleceram uma relação entre o consumo de gordura saturada e a inflamação do hipotálamo - que, quando tratada, reduz o consumo de alimentos em até 20% e a perda de 10% a 15% de gordura. O hipotálamo é uma região do cérebro responsável pelo controle de funções como fome e sono.
A gordura saturada está presente principalmente em alimentos de origem animal, como carne e leite, e é a responsável pelo aumento no nível de colesterol. No experimento, ratos foram expostos a uma dieta com seis vezes mais gordura saturada que o padrão das rações, por 16 semanas - o equivalente a 5 anos humanos. Segundo o pesquisador Lício Velloso, a ingestão causou stress oxidativo das células. Elas passaram a produzir a proteína fator de necrose tumoral (TNF, na sigla em inglês), que inflama o hipotálamo. Os animais foram, então, tratados com um antiinflamatório experimental, que inibe a ação da proteína, e passaram a comer menos.

Segundo o pesquisador , a equipe ainda tem muito o que fazer antes de realizar testes em humanos. "Precisamos obter um grupo grande de dados para pensar em testes clínicos." Ele não descarta a possibilidade de que obesos possam sofrer de inflamação crônica do hipotálamo, mas enfatizou que é preciso descobrir métodos para avaliar com maior precisão.

Ácido fólico evita Mal de Alzheimer.

Adultos que consomem a dose diária recomendada de ácido fólico reduzem "significativamente" o risco de desenvolver a Doença de Alzheimer, de acordo com um estudo feito nos Estados Unidos.

A pesquisa da agência americana National Institute on Aging, publicada na revista especializada Alzheimer"s & Dementia: The Journal of the Alzheimer"s Association, analisou a dieta alimentar de 579 voluntários saudáveis, com mais de 60 anos, entre 1984 e 1991.

Entre os participantes, 57 desenvolveram a doença cerebral. Os pesquisadores observaram que aqueles com altos índices de ácido fólico em suas dietas apresentaram uma chance menor de desenvolver a doença.

"Os participantes que consumiram a dose diária recomendada de pelo menos 400 microgramas tiveram uma queda de 55% no risco de desenvolver Alzheimer", disse Maria Corrada, que comandou o estudo junto com Claudia Kawas.

"Embora o ácido fólico pareça ser mais benéfico do que os outros nutrientes, a mensagem mais importante deve ser que uma dieta alimentar saudável, em geral, parece limitar o risco de se ter Alzheimer", complementou a cientista.

Estudos anteriores já comprovaram que o ácido fólico é benéfico para o desenvolvimento fetal ou até mesmo para evitar ataques do coração e derrames.

A substância é encontrada em alimentos como fígado, rim, fermento, frutas (como banana e laranja), vegetais folíferos, pão integral, ovos e leite. No entanto, a substância é destruída durante o cozimento ou processamento.

Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), existem cerca de 18 milhões de pessoas no mundo com o Mal de Alzheimer. Esse número deve chegar a 34 milhões até 2025. Uma parte significativa desse crescimento ocorrerá nos países em desenvolvimento, de acordo com a OMS, por causa do envelhecimento das populações.

Atualmente, mais de 50% das pessoas com a doença vivem em países em desenvolvimento, como o Brasil, e esse número deverá chegar a 70% em duas décadas.
 
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